• Autoestima

    A autoestima da criança

    Quantas vezes já ouviu o seu filho dizer que não é capaz? Quantas vezes o seu filho não quis participar numa atividade por achar que não é capaz de fazer ou com medo de não ser bem-sucedido? A autoestima influencia o comportamento das crianças e jovens em todos os contextos, nomeadamente no escolar, social e familiar.

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    A imagem que temos de nós próprios com base nos nossos pensamentos, sentimentos e experiências vividas ao longo da vida  influencia a relação com os outros, o rendimento escolar e  a forma de superar os problemas e fracassos. Isto é, acreditamos que somos simpáticos ou antipáticos, medíocres ou bons consoante as nossas vivências.

    As crianças com baixa autoestimam tendem a:

    • Pensar que nunca conseguem fazer nada após a reprovação num exame para o qual haviam estudado, sem ter em conta os bons resultados que obtêm nas outras disciplinas;

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    • Utilizar expressões negativas sobre si mesmo, “ eu sou lento, não vou conseguir fazer nada; “ sou burro, não vou conseguir aprender” etc. Mesmo em situações positivas tendem a desvaloriza-las, usando expressões “ foi sorte”, ou “ deve ter sido algum engano”;
    • Ser sensíveis a crítica;
    • Ter um interesse desmedido por agradar e aceder à vontade de alguém;
    • Antecipar negativamente as situações acreditando que serão sempre mal sucedidos;
    • Fixar-se em comentários ou momentos em que foram menos bem-sucedidos sem analisar a experiência por inteiro;
    • Procurar compensar uma dificuldade numa determinada área, procurando destacar-se numa outra área.

     

    Estratégias para aumentar a autoestima:

    • Reforçar os aspetos positivos da criança/jovem, sem contudo deixar de reconhecer as suas limitações;Autoestima-infantil1-e1436204436258
    • Interpretar de forma positiva os acontecimentos que ocorrem no dia-a-dia, reconhecendo que o estado de espírito depende não tanto dos sucessos mas sim da visão que se tem deles;
    • Usar técnicas de relaxamento com o objetivo de aprenderem a controlar a ansiedade;
    • Melhorar as competências sociais;
    • Promover a resolução de problemas e a tomada de decisão na criança;
    • Apresentar alternativas à criança.

    Turbilhão Mágico

    Texto baseado no livro “ A autoestima na infância e na adolescência “ de Maria Quiles & José Espada

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